#42 – A vida, o universo e tudo o mais

O magnata da internet, bilionário, e criador da SpaceX, Elon Musk, já disse que “O Guia do Mochileiro das Galáxias” é um dos livros mais interessantes que ele já leu. E que seu autor, Douglas Adams, é um dos maiores filósofos de todos os tempos.

Neste episódio, partimos da relação entre a filosofia de Douglas Adams e os empreendimentos de Elon Musk para falar da nova corrida espacial rumo a Marte, da influência da ficção científica sobre a ciência, e, claro, do futuro da humanidade.

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– Mergulhe mais fundo

O guia definitivo do mochileiro das galáxias

– Entrevistados do episódio

Claudia Fusco

Jornalista, mestre em Science Fiction Studies pela Universidade de Liverpool (2011-2012. É roteirista e escritora freelancer, professora na pós-graduação em Formação de Escritores do Instituto Vera Cruz e escritora representada pela Agência Magh. Também é colunista na Marie Claire e faz trabalhos de ghostwriting de ficção e não-ficção.

Salvador Nogueira

Jornalista de ciência, colunista da Folha de S.Paulo e autor de 11 livros, dentre os quais “Extraterrestres”, “Rumo ao Infinito”, “Conexão Wright-Santos-Dumont” e dois volumes da Coleção Explorando o Ensino (MEC), sobre astronomia e astronáutica.

3 comments on “#42 – A vida, o universo e tudo o mais

  1. Olá Tomás. Esse post, na verdade, é uma resposta a um amigo que me indicou seu podcast uma vez que se trata de um papo que eu e ele tivemos a um tempo atrás. Se possível, publique esse post para que meu amigo o possa ler e, quem sabe, possa abrir uma discussão para um outro episódio da Radio Escafandro. Abraços


    Olá Rodrigão. Tudo bem?cara…vira e mexe eu lembro do nosso papo. Ouvi o podcast. Achei legal. Mas….rs

    Rapaz …Eu quis te chamar para compartilhar com vc a chegada do “perseverance” em Marte que eu acompanhei ao vivo pelo site da NASA. Achei fantástico. Vc viu?

    Mas cara, eu mantenho o que defendo. Apesar de considerar positivamente o que foi dito no podcast do Tomás, eu ainda acho que o futuro não está no espaço ou em Marte: Está na Terra.

    Antes de analisar um problema eu sempre tento encontrar onde deve estar a origem dele e quem ou o que o causou.

    Pergunto-me quando e em que circunstâncias o ser humano se pôs a evoluir tecnologicamente da forma como evoluiu. Será que foi realmente a vontade intrínseca de evoluir em conhecimento ou foi originado na simples sobrelevação ao próximo? Vaidade? Talvez.
    Pra mim, não tenho dúvidas que o poder de colocar um Rover e futuramente um humano em Marte não passa de validade. Senti orgulho de ser um ser humano quando vi o perseverance chegar em Marte? Claro que senti. Foi sensacional. Mas eu sei que essa sensação tem origem na vaidade de pertencer a essa espécie animal e não a de um cágado.

    Das duas, uma. Ou vamos mandar pra Marte a corja, como fizeram com o território australiano, ou a elite se mudará pra lá onde só ela poderá ir.

    Por que colonizar Marte?
    Será que realmente estamos querendo encontrar vida em Marte? Será mesmo que estamos pensando na humanidade? Ou será que o que se quer, no fundo, é criar um espaço onde só os poderosos poderão ir ou ficar?

    Sabemos que várias histórias das civilizações passadas estão repletas disso. A segregação é o motor principal das civilizações e todo esforço e desejo humanos têm a segregação como mote e método civilizatório.

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